- 12 capítulos
- 40 min de leitura
- Moderado Nível de leitura
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O Caminho Que É Duro
Cresça com a história
Sobre este livro
George Müller mentiu, roubou e foi parar na cadeia antes dos dezessete anos — e depois apostou a vida inteira num Deus que ele não podia ver. Sustentou milhares de órfãos em Bristol sem pedir dinheiro a ninguém além de Deus, e anotou cada resposta. Esta edição para adolescentes conta tudo sem rodeios: preocupação com dinheiro, vontade de ter provas e a espera por respostas que chegam tarde.
Antes de ser um homem que alguém admirasse, George Müller foi mentiroso e ladrão — e ele faz questão de que você saiba disso. Neste livro, ele não maquia o próprio passado. Ele o expõe por inteiro. O pai dele, um funcionário do governo na Prússia, dava aos filhos muito dinheiro e poucos limites. Esse era justamente o problema.
Índice
- 1 O Caminho Que É Duro 3 min
- 2 Casa e Coração Abertos para Você 3 min
- 3 Calculando o Preço com o Próprio Pai 3 min
- 4 Abrindo Mão do Salário 3 min
- 5 Pão para a Noite 3 min
- 6 Abre Bem a Tua Boca 3 min
- 7 Construída com Dez Xelins 3 min
- 8 A Costureira Que Deu Tudo 4 min
- 9 Quase de Hora em Hora 3 min
- 10 O Dinheiro na Casa ao Lado 3 min
- 11 Um Banco Que Não Quebra 3 min
- 12 A Melhor Parte do Dia 4 min
Perguntas e respostas
George Müller sempre foi religioso?
Longe disso. Aos dezesseis anos ele era um mentiroso e ladrão habitual, que tinha roubado do próprio pai e acabado na prisão. Ele não se endireitou primeiro — Deus o encontrou enquanto ele ainda vivia desse jeito.
Por que Müller não pedia dinheiro a ninguém?
Ele queria uma prova visível de que Deus ainda responde à oração na vida real. Se ele só pedisse a Deus — nunca às pessoas —, então cada libra que chegasse apontaria para Deus, e não para a sua própria arrecadação de fundos.
O dinheiro sempre chegou na hora?
Chegou quando era necessário, nem um dia antes. Durante semanas em 1838, Deus sustentou as casas de órfãos quase hora a hora, e Müller aprendeu que uma resposta que parece atrasada continua sendo uma resposta.
A famosa história do leiteiro na porta é verdadeira?
O relato do próprio Müller registra orações respondidas por uma batida na porta — uma mulher pobre trazendo parte do próprio jantar e um pão. A lenda popular da carroça de leite não está no que ele escreveu, por isso esta recontagem fica com o que está.
Confiar em Deus custou alguma coisa a Müller?
Sim. O pai dele chorou e ameaçou deserdá-lo, e mesmo assim Müller se recusou a aceitar o dinheiro dele de novo. Seguir a Deus lhe custou a paz na família, um salário e a segurança de uma poupança.
De quantos órfãos ele cuidou?
Começou com dezessete crianças numa única casa alugada, em 1836, e cresceu, ao longo da vida dele, até milhares — tudo sustentado pela oração, sem um único pedido de doações.
Qual foi o hábito a que Müller mais deu crédito?
Levantar cedo para dar a primeira e mais descansada parte do dia à oração e à Bíblia, antes que qualquer outra coisa pudesse tomar o lugar delas.
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- Müller, George. A Vida de Confiança (Para Jovens). Ochorus, https://ochorus.com/pt/books/the-life-of-trust-teens/.
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- Müller, George. A Vida de Confiança (Para Jovens). Ochorus. https://ochorus.com/pt/books/the-life-of-trust-teens/.
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- George Müller, A Vida de Confiança (Para Jovens) (Ochorus), https://ochorus.com/pt/books/the-life-of-trust-teens/.
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