Capítulo 2 · 16 min de leitura
Arrependimento
Mateus 3:2 “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.” Mateus 4:17 “Desde então começou Jesus a pregar e a dizer: ‘Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.’” "Pelo que, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial; antes anunciei primeiramente aos de Damasco, e em Jerusalém, e por toda a terra da Judeia, e depois aos gentios, que se arrependessem e se convertessem a Deus, praticando obras dignas de arrependimento."—ATOS 26. 19, 20.
Pela boca de três testemunhas — João Batista, Jesus Cristo e o apóstolo Paulo — esta palavra fica estabelecida: o arrependimento é condição indispensável para se entrar no Reino de Deus.
De modo geral, as pessoas estão bastante confusas quanto a este assunto, como se exigir arrependimento fosse uma disposição arbitrária da parte de Deus. Creio que Deus tornou a salvação humana tão fácil quanto uma mente Todo-poderosa e Infinita poderia torná-la. Mas há aqui uma necessidade: a de que nos "arrependamos e nos convertamos a Deus". É tão necessário que os meus sentimentos sejam mudados e trazidos ao arrependimento diante de Deus quanto é necessário que os sentimentos do filho mau e desobediente voltem a estar em harmonia com os do seu pai antes que ele possa ser perdoado. Exatamente as mesmas leis da mente entram em ação nos dois casos, e nos dois há a mesma necessidade.
Se há aqui algum pai que tenha um filho pródigo, eu lhe pergunto: por que você não está reconciliado com o seu filho? Você o ama — ama-o intensamente. Provavelmente tem mais consciência do seu amor por ele do que do amor por qualquer outro dos seus filhos. O seu coração anseia por ele todos os dias; você ora por ele noite e dia; sonha com ele à noite; o seu coração se consome por esse filho, e você diz, como Davi: "Absalão, Absalão, meu filho, meu filho." Por que, então, você não está reconciliado? Por que não lhe afaga a cabeça, ou lhe acaricia o rosto, e diz: "Meu querido rapaz, estou muito satisfeito com você. Amo-o com deleite; dou-lhe a minha aprovação"? Por que você está sempre a repreendê-lo? Por que se vê obrigado a mantê-lo à distância? Por que não pode viver com ele em termos amigáveis? Por que ele não pode entrar e sair de casa e viver com você nos mesmos termos que a filha afetuosa e obediente?
"Ah!", você diz, "o caso é outro; eu não posso. Não é 'eu não quero', é 'eu não posso'.
Antes que isso seja possível, os sentimentos do rapaz precisam mudar em relação a mim. Ele está em guerra comigo; tem ideias equivocadas a meu respeito; acha que sou duro, cruel, exigente e severo. Fiz tudo o que um pai podia fazer, mas ele vê as coisas de modo diferente do que elas são, e alimentou esse ressentimento contra mim até chegar a odiar-me, e segue adiante desafiando a minha vontade." Você diz: "É uma necessidade: como pai sábio e justo, tenho de insistir numa mudança nele. Não posso recebê-lo como filho enquanto ele não vier aos meus pés. Ele precisa confessar o seu pecado e pedir-me perdão. E então, ah, com que alegria jorrará o meu afeto paterno! Como eu correria ao seu encontro e lhe lançaria os braços ao pescoço! Mas há um 'não posso' no caso." Exatamente assim. Não é que Ele não ame você, pecador; não é que o grande e benevolente coração de Deus não tenha, por assim dizer, chorado lágrimas de sangue por você; não é que Ele não o abraçasse com amor neste mesmo instante, se você apenas viesse aos seus pés, confessasse que estava errado e buscasse o seu perdão; mas, fora disso, Ele não pode fazê-lo — não lhe é possível.
As leis do seu universo se opõem a que Ele o faça. Está em jogo, talvez, o bem de milhões de seres imortais. Ele não ousa e não pode, enquanto não houver em você uma mudança de mente. Você precisa arrepender-se. Lucas 13:3: “Se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis.” Ora, se o arrependimento é condição indispensável da salvação, examinemo-lo por um momento e procuremos descobrir o que o arrependimento realmente é; e, ah, quão cheios de confusão estão o mundo e a igreja quanto a este assunto!
Digo isso porque o sei por conversar com centenas de pessoas. Que o Espírito Santo nos ajude! Pois bem: primeiro, o arrependimento não é meramente convicção de pecado. Ah, se fosse apenas isso, que mundo diferente teríamos esta noite! Porque há dezenas de milhares em cujos corações o Espírito de Deus já cumpriu esse ofício, convencendo-os do pecado. Receio que ficaríamos perfeitamente alarmados, atônitos, confundidos, se tivéssemos alguma ideia das multidões que Deus convenceu do pecado, como fez com Agripa e Festo. Ah, eu não conseguiria dizer-lhes quantas pessoas, em nossas reuniões de busca, apertaram a minha mão e disseram: "Ah, o que eu não daria para sentir o que senti um dia!
Houve um tempo, quinze, dezessete ou vinte anos atrás", e assim por diante, "em que eu estava tão profundamente convencido do meu pecado que mal conseguia dormir ou comer — não encontrava descanso; mas, em vez de prosseguir até achar a paz, distraí-me, esfriei, e agora me sinto duro como pedra."
Receio que haja dezenas de milhares nessa condição — outrora convencidos do pecado. E há milhares de outros que estão convencidos agora. Dizem: "Sim, é verdade o que o pregador diz. Sei que devia depor as armas da minha guerra contra Deus; sei que devia cortar esta mão direita e arrancar este olho direito." Estão convencidos do pecado, mas não vão além disso. Isso não é arrependimento. Vivem esta semana como viveram a semana passada. Não há resposta ao Espírito; resistem ao Espírito Santo. Tampouco é o arrependimento mera tristeza pelo pecado. Já vi pessoas chorarem amargamente, contorcerem-se e lutarem e, ainda assim, agarrarem-se aos seus ídolos, e em vão você tenta arrancá-las deles.
Ah! Se Jesus Cristo os salvasse junto com aqueles ídolos, não teriam objeção nenhuma.
Se pudessem atravessar a porta estreita com aquele ídolo em particular, já teriam atravessado há muito tempo; mas separar-se dele — isso é outra coisa. Essas pessoas choram como chora o seu filho teimoso quando você quer que ele faça algo que ele não quer fazer. Ele chora; e, quando você aplica a vara, chora mais alto, mas não cede. Quando cede, torna-se penitente; enquanto não cede, é apenas um pecador convencido. Quando Deus aplica a vara do seu Espírito, a vara da sua providência, a vara da sua Palavra, os pecadores choram, e se encolhem, e gemem, e fazem você crer que estão orando e que querem ser salvos, mas o tempo todo mantêm o pescoço duro como ferro. Não se submetem. No instante em que se submetem, tornam-se verdadeiros penitentes e são salvos. Não há engano mais comum do que o de supor que se é penitente quando não se é. Sei que alguns de vocês estão nessa condição. Receio que estejam bastante enganados — vocês não são penitentes.
Deus é verdadeiro, ainda que todo homem seja mentiroso; e, se você tivesse buscado, como diz que buscou e talvez pense que buscou; se tivesse sido sincero e honesto com Deus, estaria salvo há anos. Ah, que Deus, o Espírito Santo, o ajude a vir a público e ser HONESTO. É isso que Deus quer — que você seja honesto. "Ah", diz Ele, "por que cobris o meu altar de lágrimas e trazeis as vossas ofertas vãs? Sede honestos, e Eu serei honesto convosco e vos abençoarei; mas, enquanto vierdes diante de mim a chorar e a professar, trazendo o coxo, o mutilado e o cego, caia sobre vós uma maldição." Ele o olha de longe. Seja honesto. O arrependimento não é mera tristeza pelo pecado. Você pode estar tristíssimo e, ainda assim, seguir até a morte agarrado a alguma posse proibida, como fez o jovem rico. Isso não é arrependimento. Tampouco é o arrependimento uma promessa de que você abandonará o pecado no futuro. Ah, se fosse, haveria muitos penitentes aqui esta noite!
Não há quase nenhum pobre beberrão que não prometa, no seu íntimo, ou à sua pobre esposa, ou a alguém, que vai largar a bebida. Não há quase nenhum tipo de pecador que não prometa continuamente que vai abandonar o seu pecado e servir a Deus — mas não o faz. Então, o que é o arrependimento?
O arrependimento é simplesmente renunciar ao pecado — dar meia-volta, das trevas para a luz, do poder de Satanás para Deus. É abandonar o pecado no coração, no propósito, na intenção, no desejo, resolvendo abrir mão de toda coisa má, e FAZÊ-LO AGORA. É claro que isso envolve tristeza, pois como poderia um homem em seu juízo perfeito voltar-se de um caminho para outro se não se arrependesse de haver tomado aquele caminho? Implica também ódio ao pecado. Ele odeia o rumo que antes seguia e volta-se dele. É como o pródigo: sentado no chiqueiro, entre as bolotas e a imundície, resolveu-se por completo e, por fim, agiu. Ele foi — e essa foi a prova da sua penitência! Poderia ter ficado ali resolvendo e prometendo até hoje, se tivesse vivido tanto, e nunca teria recebido o beijo do pai, o acolhimento do pai, se não tivesse partido; mas ele foi. Deixou a imundície, o chiqueiro, as bolotas — pisou-os sob os pés; deixou o cidadão daquela terra, abandonou todos os seus subterfúgios e desculpas, e foi honestamente ao pai e disse: "Pequei!" — o que na linguagem dele significava muito mais do que significa na nossa hoje. "Pequei contra o céu e diante de ti"; e então vem a prova da sua submissão: "e já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como um dos teus jornaleiros" — põe-me num estábulo, ou manda-me limpar as botas, contanto que eu esteja na tua casa e tenha o teu sorriso. Isso é arrependimento — a própria e belíssima ilustração que Jesus Cristo deu da verdadeira penitência. Você fez isso? Abandonou a coisa maldita? Cortou fora aquilo que o Espírito Santo lhe revelou?
Será o "mas" o estorvo que o mantém fora do Reino? Você sabe o que é, e nunca será salvo enquanto não renunciar a isso. A submissão é a prova da penitência. O meu filho pode estar disposto a fazer cento e cinquenta outras coisas; mas, se não estiver disposto a submeter-se no único ponto em disputa, é um rebelde, e continua sendo até que ceda. Ora, aqui está exatamente a diferença entre um arrependimento espúrio e um arrependimento real. Receio que tenhamos em nossas igrejas milhares de pessoas cujo arrependimento foi espúrio: foram convencidas do pecado; entristeceram-se por ele; quiseram viver uma vida melhor, amar a Deus de um modo vago e geral; mas passaram por cima do verdadeiro ponto em disputa com Deus; esconderam-no do seu pastor, talvez, e dos diáconos, e das pessoas que conversaram com elas.
Ora, eu digo: Abraão talvez estivesse disposto a entregar tudo o mais que possuía; mas, se não estivesse disposto a entregar Isaque, todo o resto teria sido inútil. É o seu Isaque que Deus quer. Você tem um Isaque, assim como o jovem rico tinha os seus bens. Você tem algo a que está agarrado e que o Espírito Santo diz que você precisa soltar, e você responde: "Não consigo." Muito bem; então terá de ficar fora do Reino. Suplico-lhe: não se engane supondo que está arrependido, porque não está; mas, ah, meus queridos amigos, deixem-me suplicar-lhes que se arrependam.
O apóstolo diz: "Conhecendo, pois, o temor do Senhor, persuadimos os homens"; e esta é, creio eu, a maior obra do ministério. Fazer o quê? Persuadir os homens a se submeterem. Falamos constantemente a milhares de pessoas que sabem exatamente o que Deus quer delas. A muitas delas não podemos trazer nenhuma luz nova nem nenhum evangelho novo. Elas já sabem de tudo. Diziam-me isso tantas vezes que cheguei a desejar uma congregação de pagãos — o que desde então encontrei. Por isso, quando estes ouvem o Evangelho, como os publicanos e os pecadores de outrora, entram no Reino, ao passo que pessoas como algumas de vocês, filhos naturais do Reino, ficam de fora; porque eles, ao ouvirem, recebem, submetem-se e obedecem, enquanto vocês ficam do lado de fora agarrados aos seus ídolos, argumentando, discutindo miudezas e rejeitando! Meus queridos amigos, deixem-me persuadi-los a pisar aquele ídolo sob os pés, a derrubar aquele refúgio de mentiras e a vir a Deus honestamente e dizer: "Senhor, aqui estou, para ser servo, para ser nada, para fazer qualquer coisa, para sofrer qualquer coisa. Sei que serei mais feliz com o teu sorriso e a tua bênção do que com tudo aquilo que estas coisas más agora me dão sem ti."
Quando você chegar a uma entrega total, meus amigos, receberá aquilo que alguns de vocês vêm buscando há anos. Mas então surge outra dificuldade, e as pessoas dizem: "Não tenho poder para me arrepender." Ah, sim, você tem. Esse é um grande engano. Você tem o poder, ou Deus não o ordenaria. Você pode arrepender-se. Você pode, neste mesmo instante, erguer os olhos ao céu e dizer, como o pródigo: "Pai, pequei, e renuncio ao meu pecado." Talvez você não consiga chorar — Deus em lugar nenhum exige nem ordena isso; mas você é capaz, agora mesmo, de renunciar ao pecado em propósito, em resolução, em intenção. Atenção: não confunda a renúncia ao pecado com o poder de salvar-se dele. Se você renunciar a ele, Jesus virá e o salvará dele. Como no caso do homem da mão ressequida: Jesus pretendia curar aquele homem. De onde viria o poder para curá-lo? De Jesus, é claro. A benevolência, o amor que motivou aquela cura, tudo veio de Jesus; mas Jesus queria uma condição. Qual era? A resposta da vontade do homem; e por isso disse: "Estende a tua mão." Se ele fosse como alguns de vocês, teria respondido: "Que ordem irracional! O senhor sabe que eu não posso fazer isso — não posso." Alguns de vocês dizem isso; mas eu digo que você pode, e que terá de fazê-lo, ou estará perdido. O que Jesus queria? Queria aquele "Eu quero, Senhor" dentro do homem — a resposta da sua vontade. Queria que ele dissesse: "Sim, Senhor"; e, no instante em que ele o disse, Jesus lhe supriu a força, e ele a estendeu, e vocês sabem o que aconteceu. Não fique olhando para a frente e dizendo: "Não terei força"; isso não é assunto seu — é dele. Ele o sustentará; Ele é poderoso para fazê-lo, uma vez que você se entregue a Ele. Agora, então, diga: "Eu quero." Não importa o que você venha a sofrer — há de ser feito. Ele derramará o azeite e o bálsamo. A sua gloriosa e bendita presença fará mais por você numa hora do que toda a sua luta, oração e batalha fizeram em todos esses anos cansativos. Ele o levantará da cova.
Você está no lodo agora, e quanto mais se debate, mais afunda; mas Ele o tirará dali e porá os seus pés sobre a rocha, e então você ficará firme. Estenda a sua mão ressequida, seja ela qual for; diga: "Eu quero, Senhor." Você tem o poder e, atenção, tem também a obrigação, que é universal e imediata. Deus "agora ordena a todos os homens, em todo lugar, que se arrependam" e creiam no Evangelho. Que tirano Ele seria se ordenasse isso sabendo que você não tem poder para fazê-lo! Pois bem: você se arrepende? Cuidado com a velha armadilha. Não é: você chora? O sentimento virá depois da entrega. Não diga: "Não sinto o bastante." Você sente o bastante para estar disposto a abandonar o seu pecado? Esse é o ponto. Toda alma que não se arrepende o suficiente para abandonar o seu pecado não é penitente de modo algum! Quando você se arrepender o bastante para abandonar o seu pecado, nesse momento o seu arrependimento é sincero, e você pode lançar mão de Jesus com firmeza. Você tem então o direito de tomar para si a promessa: é "olha e vive". "Crê no Senhor Jesus, e serás salvo."
Você quer chegar a esse ponto agora? Não comece a apresentar desculpas. Agora — todos, em toda parte — agora! Ah, meu amigo, e se você tivesse feito isso dez anos atrás? Desde então, você vem acumulando pecado, condenação e juízo. Durante todos esses anos, Deus o chamou a arrepender-se e a crer no evangelho, e aqui está você ainda. Quantos sermões você já ouviu? Quantos convites já rejeitou? A quanta persuasão amorosa e a quanta convicção do Espírito Santo você resistiu? Quanta graça de Deus recebeu em vão?
Estremeço ao pensar no peso das oportunidades desperdiçadas, dos privilégios negligenciados e da influência perdida de que um dia as pessoas terão de prestar contas. Fala-se do inferno — o peso dessas coisas já é bastante terrível. Muita gente parece despreocupada com o modo como trata a Deus. As pessoas costumam ter aguda consciência do mal que fazem umas às outras. Reconhecem com mais facilidade o pecado de ferir o próximo do que o pecado de ofender a Deus. No entanto, Ele diz: Malaquias 3:8 "Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais."
Você não vê a grave condenação que resulta de adiar, rejeitar, resistir, hesitar e vacilar quando Deus está dizendo: "Agora"?
Ele teve direito legítimo sobre cada fôlego que você respirou, sobre cada influência que exerceu e sobre cada hora de cada dia da sua vida inteira. Não é hora de pôr fim a este conflito?
Ele pode tratar você como tratou aqueles que repetidamente lhe resistiram, dos quais está escrito: Hebreus 3:11 "Assim jurei na minha ira: Não entrarão no meu descanso."
Você não o está provocando como eles o provocaram?
Ah, meu amigo, deixe-se persuadir a arrepender-se hoje. Solte o seu pecado e venha aos pés de Jesus.
Por amor de você mesmo, deixe-se persuadir. Pela paz, pela alegria, pela força, pela glória e pelo contentamento que vêm de uma vida inteiramente dedicada a Deus e gasta no serviço aos outros, renda-se a Ele. Mas, acima de tudo, submeta-se por causa do grande amor que Ele tem por você.
Um homem grande e rude, profundamente convencido do seu pecado, disse ao meu marido algumas semanas atrás, enquanto olhava para o lugar onde outros encontravam a salvação: "Sr. Booth, eu não iria até ali nem por cem libras!"
Meu marido respondeu com calma: "E iria por amor?"
Depois de um momento de hesitação, o homem enxugou as lágrimas, levantou-se e o seguiu.
Você virá por amor — pelo amor de Jesus? Virá por causa do grande amor com que Ele o amou e se entregou por você?
Virá por causa do profundo anseio com que o seu Pai celestial o buscou todos estes anos? Por amor do amor dele, você virá?
Prostre-se aos seus pés e submeta-se a Ele.
Que o Senhor o ajude.
Amém.