Pensamentos para a Hora Tranquila
Julho

Capítulo 7 · 15 min de leitura

Julho

Julho 1

Pôs sobre mim a sua destra, dizendo-me: Não temas. Ap 1:17.

Um dos oficiais de Wellington, ao receber ordem de cumprir certa missão perigosa, hesitou por um momento como que temeroso, e então disse:

“Deixa-me apertar uma vez a tua mão que tudo vence antes de eu partir; e então poderei fazê-lo.”

Busque o aperto da mão de Cristo antes de cada tarefa, de cada trabalho árduo, de cada batalha, de cada boa obra. Incline a cabeça no frescor orvalhado de cada manhã, antes de sair para enfrentar os deveres e os perigos do dia, e espere pela bênção de Cristo, ao pôr Ele as mãos sobre você. São mãos que abençoam. O seu toque o inspirará à coragem, à força e a toda vida bela e nobre.—J. R. Miller.

Julho 2

Sendo visto por eles por quarenta dias, e falando das coisas pertencentes ao reino de Deus. At 1:3.

Esse permanecer por quarenta dias é a prova suprema do terno cuidado de Cristo pelo seu pequeno rebanho. Aquele que dera a vida por eles reluta em deixá-los. Embora o tivessem abandonado e dele duvidado, não haviam cansado, muito menos esgotado, o seu amor. Ele fica para olhá-los outra vez, e ainda outra, e ainda outra, como que voltando atrás e demorando-se para abençoá-los. Tudo está em harmonia com a sua vida de amor. Em toda parte Ele os encontra sem um toque de censura, sem lembrar uma única recordação de todo o seu amargo sofrimento, revelando-se aos discípulos com uma ternura e uma bem-aventurança indescritivelmente belas.

Como poderia Ele partir antes de ter curado o coração quebrantado de Madalena? Precisa demorar-se até que o pobre Pedro se atreva a aproximar-se para ter a certeza do seu perdão. Precisa ficar para fortalecer a fé de Tomé. Precisa deter-se com eles até tê-los feito sentir que é o mesmo Jesus amigo e fraternal que sempre foi, cuidando deles no seu trabalho, observando-os com uma piedade cheia de anseio, abaixando-se para acender uma fogueira que os aquecesse, e para preparar o peixe para a sua refeição, e então convidá-los a vir comer.—Mark Guy Pearse.

Julho 3

Jesus, . . . cansado da viagem, assentou-se assim junto à fonte. . . . (Pois os seus discípulos tinham ido à cidade comprar comida.) . . . E muitos dos samaritanos daquela cidade creram nele pela palavra da mulher, que testificava: Ele me disse tudo quanto tenho feito. Jo 4:6, 8, 39.

Os pedacinhos de trabalho à beira do caminho são muito doces. Talvez os fragmentos avulsos, quando tudo estiver terminado, venham a somar mais do que as porções aparentemente maiores!. . . É bom saber que os servos do Rei estão sempre realmente de serviço, mesmo enquanto alguns só podem estar de pé e esperar.—Frances Ridley Havergal.

Julho 4

Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou . . . não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. Jo 14:27.

Horas escuras chegam a todos nós; e se não temos nenhum fio que nos conduza a uma paz capaz de atravessar intacta essa densa treva, viveremos em contínuo pavor. Qualquer pedra atirada por um transeunte casual pode quebrar a límpida transparência do Lago da Paz e enviar sobre ele ondas perturbadoras, a menos que tenhamos aprendido a confiar na presença perpétua daquele que pode fazer e conservar uma “grande bonança” dentro da alma. Basta que nada chegue a você que não entregue no mesmo instante a Ele—todas as pequenas inquietações, todas as dificuldades esmagadoras, toda a incapacidade de crer.—F. B. Meyer.

Julho 5

Isaque habitava junto ao poço de Laai-Roi. Gn 25:11.

Isaque habitava ali, e fazia do poço do Deus vivo e que tudo vê a sua constante fonte de suprimento. O curso habitual da vida de um homem, a habitação da sua alma, é o verdadeiro teste do seu estado. Aprendamos a viver na presença do Deus vivo. Peçamos ao Espírito Santo que neste dia, e em todos os outros dias, possamos sentir: “Tu, ó Deus, me vês.” Seja o Senhor Jeová como um poço para nós, deleitoso, consolador, inesgotável, que jorra para a vida eterna. O odre da criatura racha e seca, mas o poço do Criador nunca falha. Feliz aquele que habita junto ao poço, e assim tem à mão suprimentos abundantes e constantes! Ó glorioso Senhor, constrange-nos, para que nunca te deixemos, mas habitemos junto ao poço do Deus vivo!—Spurgeon.

Julho 6

Judas Iscariotes . . . era ladrão e tinha a bolsa, e tirava o que nela se lançava. Jo 12:4, 6. De graça recebestes, de graça dai. Mt 10:8.

Ah, mas se examinássemos a fundo esta questão, não descobriríamos, provavelmente, que muitos de nós somos culpados, em algum sentido atenuado e ainda assim suficientemente alarmante, de traição para com os pobres? Não somos, alguns de nós, enviados a eles com benefícios que jamais lhes chegam, e só não temos consciência da culpa por estarmos há tanto tempo acostumados a olhar esses bens como concedidos a nós, quando a luz da palavra de Deus revelaria claramente sobre esses bens os nomes dos pobres e necessitados?—George Bowen.

Julho 7

Cada um veja como edifica. 1Co 3:10.

A nossa tarefa não é edificar depressa, mas edificar sobre um fundamento reto e num espírito reto. A vida é mais do que uma simples competição entre um homem e outro; não se trata de quem pode terminar primeiro, mas de quem pode trabalhar melhor; não de quem pode subir mais alto no menor tempo, mas de quem trabalha com mais paciência e amor, em conformidade com os desígnios de Deus.—Joseph Parker.

Julho 8

Como os teus dias, assim será a tua força. Dt 33:25.

Nenhum dia sem o seu dever; nenhum dever sem a força para cumpri-lo.—Selecionado.

Julho 9

Certamente o Senhor está neste lugar, e eu não o sabia. Gn 28:16.

“Certamente o Senhor estava neste lugar, e eu não o sabia.” Ó minha alma, esta também é a tua experiência! Quantas vezes disseste, na tua tristeza: “Verdadeiramente tu és um Deus que te ocultas!” Quantas vezes adormeceste de puro peso do coração, e desejaste não mais despertar! E quando de novo despertaste, eis que a escuridão era tudo um sonho! A tua visão de ontem era uma ilusão. Deus estivera contigo durante toda a noite com aquele resplendor que não precisa do sol.

Ó minha alma, não é apenas ao futuro que deves aspirar; deves aspirar a ver a glória do teu passado. Deves descobrir a glória daquele caminho pelo qual o teu Deus te conduziu, e ser capaz, mesmo da tua tristeza, de dizer: “Esta era a porta do céu!”—George Matheson.

Julho 10

A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou. Jo 4:34.

O verdadeiro segredo de uma vida insatisfeita jaz, com demasiada frequência, numa vontade não rendida.—J. Hudson Taylor.

Julho 11

E vós, pondo nisto toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude. 2Pe 1:5.

Você achará menos fácil arrancar os defeitos pela raiz do que sufocá-los conquistando virtudes. Não pense nos seus defeitos, e menos ainda nos defeitos alheios; em toda pessoa que se aproxima de você, procure o que há de bom e de forte; honre isso; alegre-se com isso e, na medida do possível, procure imitá-lo; e os seus defeitos cairão, como folhas mortas, quando chegar o seu tempo.—John Ruskin.

Julho 12

Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul; assopra no meu jardim, para que se derramem os seus aromas. Ct 4:16.

Às vezes Deus envia rajadas severas de provação sobre os seus filhos para desenvolver as suas graças. Assim como as tochas ardem com mais brilho quando agitadas violentamente de um lado para outro; assim como a planta do zimbro exala o mais doce perfume quando lançada às chamas; assim as mais ricas qualidades de um cristão muitas vezes vêm à tona sob o vento norte do sofrimento e da adversidade. Corações quebrantados muitas vezes exalam a fragrância que Deus se agrada de sentir. Quase toda a experiência de um verdadeiro crente contém o registro de provações que foram enviadas com o propósito de sacudir a árvore das especiarias.—Theodore Cuyler.

Julho 13

Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul; assopra no meu jardim, para que se derramem os seus aromas. Ct 4:16.

Há dois ventos mencionados nesta bela oração. Deus pode enviar um ou ambos, conforme lhe parecer bem. Ele pode enviar o vento norte da convicção, para nos levar ao arrependimento, ou pode enviar o vento sul do amor, para nos derreter em gratidão e santa alegria. Se muitas vezes precisamos das rajadas cortantes da provação para desenvolver as nossas graças, não precisamos também das cálidas brisas do sul da sua misericórdia? Não precisamos do novo senso da presença de Cristo em nossos corações e das alegrias do Espírito Santo? Não precisamos ser derretidos, sim, ser dominados pelo amor de Jesus?—Theodore Cuyler.

Julho 14

Eis o homem! Jo 19:5.

“Eis o homem!” era o escárnio de Pilatos. É isso o que todas as eras têm feito desde então, e a visão tem-se tornado cada vez mais gloriosa. À medida que a contemplam, a coroa de espinhos tornou-se uma coroa de áureo esplendor, e o manto rejeitado reluziu como as vestes que Ele usava na noite da transfiguração. Mártires sorriram entre as chamas diante dessa visão. Pecadores voltaram-se, ante ela, para uma vida nova. Criancinhas a viram, e por ela despertaram-se nelas vagas lembranças do seu lar celestial. Para ela anseiam sempre as almas dos homens.—Robert E. Speer.

Julho 15

Ele (João) disse: Eis o Cordeiro de Deus! E os dois discípulos ouviram-no dizer isto, e seguiram a Jesus. Jo 1:36, 37.

Ser cristão significa conhecer a presença de um verdadeiro Cristo pessoal entre nós, e segui-lo.—Phillips Brooks.

Julho 16

Não comereis dele. Gn 3:3.

O pecado do Paraíso foi comer da árvore do conhecimento antes da árvore da vida. A vida deve sempre vir primeiro. Conhecer e não ser, ouvir e não fazer, admirar e não possuir, tudo isso é luz sem vida.—Selecionado.

Julho 17

Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma. Tg 1:4.

Você está onde Deus quereria que estivesse? Se não, saia, e imediatamente, pois certamente não deveria estar aí. Se está, então tema queixar-se das circunstâncias que Deus ordenou de propósito para produzir em você a própria imagem e semelhança do seu Filho.—Mark Guy Pearse.

Julho 18

Semeai junto a todas as águas. Is 32:20.

Não se importe com o lugar onde está o seu trabalho. Não se importe se ele é visível ou não. Não se importe se o seu nome está associado a ele. Talvez você nunca veja os frutos das suas fadigas. Você está trabalhando para a eternidade. Se não puder ver resultados aqui no ardente dia de trabalho, aproximam-se as horas frescas da tarde, quando poderá descansar das suas fadigas, e então elas o seguirão. Portanto, cumpra o seu dever, e confie em que Deus dará à semente que você lança “um corpo como lhe aprouve,”—Alex. McLaren.

Julho 19

Sustenta-me, e serei salvo. Sl 119:117.

Não estrague o repicar dos sinos desta manhã tocando apenas meio dobre! Não diga “Sustenta-me,” e pare aí, ou acrescente: “Mas, ainda assim, tropeçarei e cairei!” Termine o dobre com a própria música de Deus, as brilhantes palavras de fé que Ele põe na sua boca: “Sustenta-me, e serei salvo!”—Frances Ridley Havergal.

Julho 20

Senhor, o meu criado jaz em casa, paralítico. Mt 8:6.

Nós, nesta era da igreja, estamos na posição daquele criado enfermo em Cafarnaum. Aos olhos dos sentidos, estamos separados do Salvador. Não o vemos—não o podemos tocar—a mão não pode furtar-se por entre a multidão para tocar a orla da sua veste—não podemos ouvir os seus amados passos, como outrora, à nossa porta; mas a fé penetra o invisível; o mensageiro—a oração—encontra-o nas ruas da Nova Jerusalém; e a fé e a oração juntas, os dois delegados da sua igreja aqui embaixo, Ele jamais despediu vazios.—Macduff.

Julho 21

Operai a vossa salvação com temor e tremor; porque é Deus quem opera em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade. Fp 2:12, 13.

Que peso avassalador de pensamento é despertado por estas palavras! Detém-te, ó minha alma, e admira-te de que o Deus Eterno se digne a operar dentro dos teus estreitos limites. Não é, de fato, uma maravilha que Aquele a quem os céus não podem conter, e a cujos olhos eles não são puros, se dê ao trabalho de operar sobre material tão pouco promissor, e em meio a circunstâncias tão desfavoráveis?

Quão cuidadosos devemos ser em recebê-lo bem, e em não pôr estorvo algum no seu caminho! Quão ávidos em recolher todos os mínimos movimentos da sua graciosa operação, como o maquinista conserva a força do seu motor; e como o ourives, com avareza cuidadosa, ajunta cada lâmina de folha de ouro! Certamente estaremos conscientes do temor da santa reverência e do tremor da ávida solicitude, à medida que “operamos,” em ato e vida diários, tudo o que Deus, nosso Pai, está “operando em nós.”—F. B. Meyer.

Julho 22

. . . pecadores, dos quais eu sou o principal. . . . Ora, ao Rei eterno, imortal, invisível, ao único Deus sábio, seja honra e glória para todo o sempre. Amém. 1Tm 1:15, 17.

Somente aqueles que atingiram a nota mais profunda do arrependimento podem alcançar a nota mais alta do louvor.—A. J. Gordon.

Julho 23

Bem-aventurado o homem . . . que guarda o sábado. Is 56:2.

O sábado é a caixa econômica da vida humana, na qual depositamos um dia em cada sete, para ser restituído no outono da vida com juros compostos.—Selecionado.

Julho 24

Purifica-me das faltas ocultas. Sl 19:12.

O mundo quer homens que estejam salvos das faltas ocultas. O mundo pode revestir-se de uma bondade exterior e ir muito longe em retidão e moralidade, e espera que o cristão vá além disso, e seja livre das faltas ocultas. Uma pequena rachadura estraga o tinir da moeda. . . . O mundo espera, e com razão, que o cristão seja mais gentil, mais paciente e mais generoso do que aquele que não professa ser discípulo do Senhor Jesus. Por amor daqueles que formam a sua noção de religião a partir das nossas vidas, precisamos elevar com fervor esta oração: “Purifica-me das faltas ocultas.”—Mark Guy Pearse.

Julho 25

Faze o que for bom. 2Rs 10:5.

Mantenha o menor número possível de boas intenções pairando ao redor. Elas são como fantasmas a assombrar uma morada. O modo de aplacá-las é achar-lhes corpos. Quando estão encarnadas em ações substanciais, já não são perigosas.—William Arnot.

Julho 26

Crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. 2Pe 3:18.

A graça tem a sua aurora, tal como o seu dia; a graça tem a sua verde folha, e depois a sua espiga madura; a graça tem os seus meninos e os seus homens em Cristo. Na obra de Deus ali, como em todas as suas obras, “em todos os lugares do seu domínio,” o progresso é tanto o prelúdio quanto o caminho para a perfeição. Por isso somos exortados a crescer na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, a prosseguir para a perfeição, dizendo com Paulo: “Não julgo que já a tenha alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.”—Guthrie.

Julho 27

O pecado, tomando ocasião pelo mandamento, enganou-me, e por ele me matou. Rm 7:11.

Cristão, cuidado para não pensares levianamente do pecado. Toma cuidado para não caíres pouco a pouco. Pecado, uma coisa pequena? Não é ele um veneno? Quem conhece a sua letalidade? Pecado, uma coisa pequena? Não estragam as raposinhas as vinhas? Não constrói o minúsculo pólipo do coral um rochedo que faz naufragar uma armada? Não derrubam pequenos golpes os altos carvalhos? Não desgastam as pedras as gotas contínuas? Pecado, uma coisa pequena? Ele cingiu de espinhos a cabeça do Redentor, e traspassou-lhe o coração! Fez com que Ele sofresse angústia, amargura e dor. Se pudesses pesar o menor pecado na balança da eternidade, fugirias dele como de uma serpente, e abominarias a menor aparência de mal. Olha para todo pecado como aquilo que crucificou o Salvador, e o verás ser “sobremaneira maligno”.—Spurgeon.

Julho 28

Vosso Pai celestial sabe. Mt 6:32.

O Mestre julga pelo resultado, mas o nosso Pai julga pelo esforço. O fracasso nem sempre significa falta. Ele sabe quanto as coisas custam, e as pesa onde outros apenas as medem. Vosso Pai! Pense em quão grande valor o seu amor atribui aos pobres começos dos pequeninos, por mais desajeitados e sem sentido que possam parecer aos outros. Tudo isto está contido nesse bendito relacionamento, e infinitamente mais. Não tema tomar tudo isso como seu.—Mark Guy Pearse.

Julho 29

Estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Cl 3:3.

Não é o talento, nem o poder, nem os dons que fazem a obra de Deus, mas aquilo que está ao alcance do mais humilde; é a vida simples e fervorosa, escondida com Cristo em Deus.—F. W. Robertson.

Julho 30

A mãe de Jesus lhe disse: Eles não têm vinho. Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora. Sua mãe disse aos serventes: Fazei tudo quanto ele vos disser. Jo 2:3, 4, 5.

Ao pedir bênçãos temporais, a verdadeira sabedoria está em pôr o assunto nas mãos do Senhor, e deixá-lo ali. Ele conhece as nossas tristezas e, se vir que nos é bom que a água se converta em vinho, Ele o fará. Não nos cabe ditar: Ele vê o que é melhor para nós. Quando pedimos prosperidade, talvez o que devêssemos ter fosse a provação. Quando queremos ser aliviados de um “espinho na carne”, Ele sabe que o que devemos ter é a compreensão do fato de que a sua graça nos basta. Assim somos postos na sua escola, e temos de aprender as lições que Ele tem para nos ensinar.—W. Hay Aitken.

Julho 31

Aquele que pensa estar em pé, cuide para que não caia. 1Co 10:12.

Anjos caíram no céu, Adão no paraíso, Pedro na presença de Cristo.—Theophilus Polwheile.

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